quarta-feira, 15 de julho de 2009
Páginas em branco
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Fado
quarta-feira, 10 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
| Se eu fosse um desenho, eu seria algo meio roto: traços fortes, bem expressivos, sem cores, mas muitos riscos, quase um rascunho, mas não de verdade porque um rescunho se pode jogar fora. Não sei se faria sentido ou formaria uma imagem, talvez nem precisasse fazer/formar. Não seria um estudo geométrico de forma alguma, apesar de você encontrar, se completar mentalmente as linhas, tudo lá. Se eu fosse um desenho no meio desse emaranhado de linhas fortes, haveriam algumas bem leves, suaves e delicadas, feitas com um lapis duro quase não tocando o papel, e essas linhas são praticamente invisiveis. Eu [o desenhos ou seu observador] não sei lidar muito bem com elas, mas é importante que elas estejam ali, provando que mesmo num mundo branco e preto existem tons de cinza que se você não prestar [muita] atenção evanecem na imagem maior, que é tão importante quanto suas partes. Porque esse desenho apesar de formar uma imagem maior coesa é como um pedaço de vidro estilhaçado, e pode ser visto por partes apenas e elas formam um nexo prórpio, que, as vezes, até contradiz o nexo maior, mas isso é um outro problema. Bang bang, I shot you down Bang bang, you hit the ground Bang bang, that awful sound Bang bang, I used to shoot you down. Music played, and people sang Just for me, the church bells rang. Now he's gone, I don't know why And till this day, sometimes I cry He didn't even say goodbye He didn't take the time to lie. Bang bang, he shot me down Bang bang, I hit the ground Bang bang, that awful sound Bang bang, my baby shot me down... |
quarta-feira, 20 de maio de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Me esquecer é facil, ésónãopensaremmim ... !
sexta-feira, 20 de março de 2009
Eu tive um sonho
Neste sonho eu conseguia sentir o gosto da mágica em meus lábios, tornando me parte de um todo, que não imaginava existir em minha vida. Mas isto não era o melhor e mais intrigante, o melhor foi poder sentir que a partir de certo ponto de minha existência, consegui-me ver como parte desta mágica e que agora, sendo parte desta, a sensação de também fazer parte do todo me doía na alma e conseguia ver essa minha dor estampada nos olhos que não eram os meus.
Por um dado momento, quando tudo parou, todos os planos caíram por terra e todas as escolhas foram revistas, finalmente pude entender o verdadeiro sentido da vida.
Não me lembro do exato momento de minha concepção no ventre materno, mas a sensação que tive neste sonho deve de chegado bem perto, foi um nascimento para uma realidade que nunca tinha me deparado, alterando, movendo tudo e sem prévio aviso o fundo castanho desta nova percepção toma um novo rumo e parte deixando-me novamente sem resposta e desta vez, apenas as estrelas sob meus pés.
Desta forma restou-me apenas a longa e a dolorosa caminhada de volta consciência, e novamente estava acordado...mas ainda podia sentir.

E foi assim, esse meu sonho.
Boa noite.
P.S. Esse sonho...não foi sonho!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Espero
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Porque existo
Se não existisse, saberia disso?
Será que a vida é um breve existir?
Breve existir, existir consciente da existência e do limite da existência consciente.
Existir consciente do existir agora, sentir-se consciente da existência agora pelas sensações...dor.
Há também felicidade, amor....mas a dor! A dor nos faz conscientes da nossa existência no agora como nenhuma outra sensação.
Por isso a dor é tão essencial quanto o amor, aliás, só se consegue amar depois de se conhecer a dor. Porque só depois de experimentar a dor, se torna possível reconhecer o oposto...
O amor é a dádiva para quem é capaz, capaz de suportar a dor...ama apenas quem é capaz de amar.
Você ama?

Você sabe amar?
Você sabe o que é o amor?
Você sabe porque do amor? Eu sei!
Por isso existo.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Paris
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
London
Dois estranhos caminham por uma rua estreita, lado a lado sem falar nada eles se compreendem e de um jeito estranho conversam ininterruptamente um com outro. A cidade pode ser sorrateira, às vezes ela nos derruba sem expectativa nenhuma da queda. "As melhores conversas, às vezes, acontecem em silencio", como essa. Não é um monólogo, em que cada pessoa esperando pela sua vez de falar, não... É uma enorme conversa
Do outro lado da cidade uma garota entra em uma floricultura a meia noite, ela abre a porta com cuidado e caminha por entre aquele ambiente cheio de cheiros e sabores esperando por um milagre, como se aquelas fragrâncias pudessem purgá-la de suas fraquezas. Como se ela pudesse, a partir daquele momento acabar com todos os seus problemas. Mas ela não pode. Ela para por um instante. Senta, abraçando seus joelhos no centro da loja. E chora
José gosta da magia da vida, mas na sabedoria de seus sessenta e tantos anos ele perdeu a esperança nela. Bem não completamente. Manter a crença dos outros viva, a todo o momento é a sua maneira de ainda acreditar nela. Ele nunca dirá isso a ninguém até um dia lindo de outono quando ele sentir o dedo frio da morte se aproximar de si. Então ele contará seu único segredo a uma enfermeira frigida que não lhe dará ouvidos. No dia seguinte ele morrerá sabendo que seu legado para seus netos e seus bisnetos foi manter a magia viva em algum lugar onde ela deveria estar morta há muito tempo.
E aqueles dois se embriagam e caem pelas pequenas e labirínticas ruas da cidade. O velho se apóia em uma enorme lata de lixo e vomita ao seu lado, o jovem ri e lhe toma a garrafa. Vazia. O dia deveria amanhecer em algum momento. A rua termina
"Aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh....."
Ela gira sobre seus pés. Como se a chuva de pétalas continuasse para sempre ela fecha seus olhos e se imagina em um mundo perfeito. E ao abrir os olhos ela olha cada detalhe, cada falha, cada erro em sua loja, em sua vida com mais paixão. Essa menina acaba de descobrir que ela não poderia viver em um mundo perfeito porque ela ama demais cada pequeno defeito que faz da vida a vida, da vida a beleza. Ela se senta novamente sobre o chão de rosas e enquanto brinca de pegar, erguer e soltar infinitamente as pétalas reflete sobre como acertar as coisas erradas que a incomodam.
domingo, 25 de janeiro de 2009
A Paz Que Eu Nao Quero
Mas, por favor, não me deixe sentar na poltrona no dia de domingo...
Porque eu quero procurar novas drogas de aluguel neste vídeo coagido!!!!
Porque isto está nos impedindo rimar romã com travesseiro.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009


