| Se eu fosse um desenho, eu seria algo meio roto: traços fortes, bem expressivos, sem cores, mas muitos riscos, quase um rascunho, mas não de verdade porque um rescunho se pode jogar fora. Não sei se faria sentido ou formaria uma imagem, talvez nem precisasse fazer/formar. Não seria um estudo geométrico de forma alguma, apesar de você encontrar, se completar mentalmente as linhas, tudo lá. Se eu fosse um desenho no meio desse emaranhado de linhas fortes, haveriam algumas bem leves, suaves e delicadas, feitas com um lapis duro quase não tocando o papel, e essas linhas são praticamente invisiveis. Eu [o desenhos ou seu observador] não sei lidar muito bem com elas, mas é importante que elas estejam ali, provando que mesmo num mundo branco e preto existem tons de cinza que se você não prestar [muita] atenção evanecem na imagem maior, que é tão importante quanto suas partes. Porque esse desenho apesar de formar uma imagem maior coesa é como um pedaço de vidro estilhaçado, e pode ser visto por partes apenas e elas formam um nexo prórpio, que, as vezes, até contradiz o nexo maior, mas isso é um outro problema. Bang bang, I shot you down Bang bang, you hit the ground Bang bang, that awful sound Bang bang, I used to shoot you down. Music played, and people sang Just for me, the church bells rang. Now he's gone, I don't know why And till this day, sometimes I cry He didn't even say goodbye He didn't take the time to lie. Bang bang, he shot me down Bang bang, I hit the ground Bang bang, that awful sound Bang bang, my baby shot me down... |
terça-feira, 26 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Eu queria saber falar. Porque eu não sei. Mas se eu soubesse eu diria: "Não acredite na verdade". A verdade é uma mentira esperando por acontecer, para você crer. Se eu soubesse falar eu não diria nunca coisas importantes, não falaria sobre grandes sentimentos ou coisas, não pensaria em nada maior do que uma formiga, porque nada disso realmente importa. A maioria de nossos atos são controlados por sinapses nervosas que acontecem dentro do nosso cérebro com particulas infinitamente menores que a cabeça de um alfinete, então eu me pergunto, porque falar de amor? Qual o tamanho do amor? Qual o tamanho do seu amor? Qual o tamanho da sua admiração? Para que falar sobre livros? Porque pensar a realidade, sendo que ela não existe na verdade.
Como se mede o que não pode ser medido? Como se fala o que não pode ser dito? Como se aproxima do animal em si? Como se pensa sobre coisas que nada valem hoje em dia.
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